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TESOUROS DA TERRA SANTA

Do Rei David ao Cristianismo

No Masp - Av. Paulista, 1578


 

REPERCUSSÃO DO TEMA NA IMPRENSA

Nos últimos anos, várias publicações nacionais e internacionais vêm mencionando assuntos arqueológicos ligados à busca de verdades históricas. Esses assuntos se tornam ainda mais procurados e ganham milhares (até milhões) de interessados quando o assunto se mistura à ficção, como no caso de O Código Da Vinci.  

A revista Veja, por exemplo, tem publicado diversas matérias sobre essa temática. A edição de 15/12/2004 trazia uma matéria intitulada "A busca pelo Jesus da História", que dizia:

"...As raras descobertas arqueológicas que iluminam o período histórico de Jesus na Palestina são recebidas com grande curiosidade pelos estudiosos... O ossuário do sumo sacerdote judeu Caifás, que entregou Jesus ao governador romano Pôncio Pilatos e exigiu sua execução, é dado como genuíno."

Em "O mito e a ciência na Bíblia", de 11/08/1999, Maurício Cardoso relatava:

"Todas essas novidades vieram adicionar novos ingredientes a um dos ramos mais populares e polêmicos da ciência. São as pesquisas que envolvem personagens e eventos bíblicos. As histórias contadas na Bíblia são artigo de fé para cerca de 3 bilhões de cristãos, judeus e muçulmanos. Antes restritas às discussões filosóficas e teológicas, elas ganham um interesse cada vez maior de historiadores, arqueólogos, lingüistas e outros estudiosos em diversos campos da ciência... A Bíblia é o maior best-seller de todos os tempos. A cada ano são vendidos ou distribuídos mais de 50 milhões de cópias em todo o mundo, traduzidas oficialmente para mais de 2.000 idiomas. Só no Brasil são 7 milhões de livros vendidos anualmente."

Sobre o ossuário, o autor escreveu:

"Graças às escavações, hoje já não se tem nenhuma dúvida a respeito da existência real de algumas figuras bíblicas. Em 1990, arqueólogos acharam no bairro judeu da cidade velha de Jerusalém um ossuário em que se lia a inscrição "José, filho de Caifás". É a primeira evidência arqueológica a respeito do sumo sacerdote Caifás, que, segundo os evangelhos, presidiu o julgamento de Jesus no sinédrio judeu."

O assunto foi novamente abordado na edição de 25/12/2002, sob o título "A ciência à procura de Cristo":

"O Museu de Israel, em Jerusalém, guarda outras duas peças que servem de provas arqueológicas da existência de personagens ligadas diretamente a Jesus. A primeira é o ossuário de Caifás, o sumo sacerdote judeu que presidiu o primeiro julgamento de Cristo. Foi encontrado acidentalmente em 1990, quando operários construíam um parque nos arredores de Jerusalém."

 

 

Realização: 

Calina Projetos  -  MASP Museu de Arte de São Paulo - Museu de Israel Jerusalém - Autoridade de Antiguidades de Israel

          

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Última modificação efetuada em: 18 agosto, 2008